Turma da bleia
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Tutorial: Criar músicas no Guitar Rage utilizando o Freetar Editor:

(Retirado da comunidade Oficial do Guitar Rage no orkut)

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=37054944

1. Baixe o Freetar Editor.

http://www.4shared.com/file/24846957/37ea8003/FreetarEditor-02-Beta.html

http://www.4shared.com/file/jM7i4ann/FreetarEditor-0112-Beta.htm

2. Tenha a MP3 da música que você quer criar.

3. Antes de começar a utilizar o Freetar Editor, certifique-se de que no primeiro segunda da música não vai haver nenhuma nota.
Caso isso ocorra, utilize algum editor de MP3 (pode ser o Audacity) para adiantar ela em 1 segundo e adicionar um silêncio.
Isso é importante pois o Guitar Rage só começa a carregar as notas depois de 1 segundo de música.

4. Abra o Freetar Editor. Vai aparecer um aviso sobre o controle não ter sido reconhecido. Aperte OK.

5. Vá em File -> New Song… e escolha a MP3 da música que você quer fazer. Vai aparecer a tela para editar. Vá salvando a medida que for fazendo para não correr o risco de perder o trabalho.

Comandos do Freetar Editor:

Tecla 1 -> nota verde
Tecla 2 -> nota vermelha
Tecla 3 -> nota amarela
Tecla 4 -> nota azul
Tecla 5 -> nota laranja
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e ai , galera? beleza?
nesta edição, estaremos começando um novo assunto : o modo lidio.
Estaremos estudando suas caracteristicas e utilizações.”Aproveitando o barco”, estarei passando, nas proximas edições, a musica “Your Eyes II”, do oficina G3, justamente porque esta música foi feita sob um “conceito lidio”, que vai servir como exemplo para o nosso estudo ( e também atendendo aos pedidos dos nossos fiéis leitores) . Chega de papo e mãos as obras!

Primeiramente vamos conhecer o modo lidio:
O modo lidio pode ser conseguido tocando uma escala mior ( jonio) com o IV grau 1/2 tom acima(#4). A nota caracteristica desse modo é justamente a #4. (vide ex1)

EX-1 Vamos usar como exemplo uma escala de C jônio.

I    II     III   IV      V    VI     VII
C    D      E      F        G      A        B

Aumentando o IV grau 1/2 tom (#4), teremos a escala de C lidio.

I    II     III   #IV V    VI     VII
C    D      E       F# G      A        B

Curiosidade: na antiguidade, este intervalo ( T #4) foi considerado profano, digno de condenação aquele que se atrevesse a utiliza-lo. Em contrapartida, hoje ele vem sendo tuilizado amplamente por muita gente, como o saudoso Frank Zappa, Joe Satriani e Steve Vai, entre outros.

Agora vamos localizar o modo lidio no campo harmonico maior (vide Ex .2):

Ex. 2-Vamos tomar como exemplo o campo harmonico maior de C:

Como exercicio para vocês assimilarem a sonoridade do modo lidio, camos pegar um baixo continuo em A, chamado baixo pedal (Ex. 3 abaixo). Como só vai haver um baixo em A, ele não vai estar definido se este A é maior ou menor. Quem vai definir isto somos nós, o que pode ser de maneira melódica ou harmônica.
Por este motivo, escrevi duas sequencias de acordes: uma definindo o A como jônio, e outra como lidio. Note que estão sedo usados os acordes dos respectivos campos harmonicos, com a unica diferença de que todos eles estão com o baixo em A.
Lembrando o modo lidio e o IV grau do campo harmonico maior, A lidio esta contido no campo harmonico maior de E. Vamos conferir:

I                  II                III         IV               V             VI                  V II
E7+          F#m         G#m       A7+           B7          C#m7        D#m7(b5)
Jonio           dórico     frigio         lidio     mixolidio   eólio         lócrio

Pensando no A como jonio – Campo harmonico maior de A:

I                  II               III         IV               V             VI                  V II
A7+          Bm          C#m          D7+           E7          F#m7        G#m7(b5)
Jonio           dórico     frigio         lidio     mixolidio   eólio         lócrio

Como estudar: Se possivel grave ou sequencie o baixo pedal em A, como esta escrito no ex.3 abaixo . Depois , execute as sequências de acordes escritas nos exercicios 4 e 5 (experimente outros acordes do campo harmonico tambem). Depois execute as escalas de A jonio e de A lidio , procurando assimilar a sonoridade de cada uma delas.

Ex.3 Exemplo de um baixo pedal em A:

Ex.4 Centro tonal: A lidio ( E Jonio).

Centro tonal: A jonio.

Ex.5 Centro tonal: A jonio.

esta matéria foi extraida de uma antiga revista cover guitarra edição novembro de 1999 a dez anos atras mas o conteudo continua tão atual quanto na época uma braço a todos em breve tem mais…..

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Rubem Alves

Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho de uma casa velha.
Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade.
Mas ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam irmanados em torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus narizes. Comer o queijo seria a suprema felicidade…
Bem pertinho é modo de dizer. Na verdade, o queijo estava imensamente longe, porque entre ele e os ratos estava um gato… O gato era malvado, tinha dentes afiados e não dormia nunca. Por vezes fingia dormir. Mas bastava que um ratinho mais corajoso se aventurasse para fora do buraco para que o gato desse um pulo e, era uma vez um ratinho…
Os ratos odiavam o gato.
Quanto mais o odiavam mais irmãos se sentiam.
O ódio a um inimigo comum os tornava cúmplices de um mesmo desejo: queriam que o gato morresse ou sonhavam com um cachorro…
Como nada pudessem fazer, reuniram-se para conversar. Faziam discursos, denunciavam o comportamento do gato (não se sabe bem para quem), e chegaram mesmo a escrever livros com a crítica filosófica dos gatos. Diziam que um dia chegaria em que os gatos seriam abolidos e todos seriam iguais. “Quando se estabelecer a ditadura dos ratos”, diziam os camundongos, “então todos serão felizes”…
O queijo é grande o bastante para todos, dizia um.
Socializaremos o queijo, dizia outro. Todos batiam palmas e cantavam as mesmas canções.
Era comovente ver tanta fraternidade.
Como seria bonito quando o gato morresse!
Sonhavam. Nos seus sonhos comiam o queijo. E quanto mais o comiam, mais ele crescia. Porque esta é uma das propriedades dos queijos sonhados: não diminuem; crescem sempre.
E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando: “o queijo, já!”…
Sem que ninguém pudesse explicar como, o fato é que, ao acordarem, numa bela manhã, o gato tinha sumido.
O queijo continuava lá, mais belo do que nunca. Bastaria dar uns poucos passos para fora do buraco.
Olharam cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas não era. O gato havia desaparecido mesmo. Chegara o dia glorioso, e dos ratos surgiu um brado retumbante de alegria. Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum.
E foi então que a transformação aconteceu. Bastou a primeira mordida.
Compreenderam , repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados. Quando comidos, em vez de crescer, diminuem.
Assim, quanto maior o número dos ratos a comer o queijo, menor o naco para cada um. Os ratos começaram a olhar uns para os outros como se fossem inimigos. Olharam, cada um para a boca dos outros, para ver quanto do queijo haviam comido. E os olhares se enfureceram.
Arreganharam os dentes. Esqueceram- se do gato.
Eram seus próprios inimigos. A briga começou. Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. E, ato-contínuo, começaram a brigar entre si.
Alguns ameaçaram a chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a ordem.
O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos: “Qualquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários para ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono”.
Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados a ficar esperando…
Os ratinhos magros, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que havia acontecido. O mais inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo. Tinham todo o jeito do gato, o olhar malvado, os dentes à mostra.
Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de agora. E compreenderam, então, que não havia diferença alguma. Pois todo rato que fica dono do queijo vira gato.
Não é por acidente que os nomes são tão parecidos.

via/ Célulasdasesponjas.blogspot.com
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HP – invent from Tom and Matt on Vimeo.

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Polos econômicos e cidades médias geram oportunidades e tiram profissionais qualificados das capitais

Por Gabriel Penna

O que você prioriza na carreira hoje? Remuneração, visibilidade, desafi o ou qualidade de vida? A resposta para essas perguntas começa, muitas vezes, pela cidade em que você decide morar. Hoje, trabalhar em um grande centro ainda pode trazer mais projeção profissional ou um salário melhor, mas sem dúvida esses benefícios vêm em detrimento da qualidade de vida. Para escolher o que faz mais sentido para você, é fundamental conhecer as oportunidades e as limitações que cada região oferece. Para ajudá-lo nessa análise, VOCÊ S/A apresenta a oitava edição da pesquisa exclusiva As 100 Melhores Cidades para Fazer Carreira, coordenada pelo professor Moisés Balassiano, da Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ). O levantamento avalia as cidades de acordo com três indicadores: educação, vigor econômico e serviços de saúde.

melhorescidades

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