Turma da bleia
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19
Sep
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Ex Guitarrista do Korn da o seu testemunho, estava já perdendo sua vida por causa das drogas e perdendo a sua filha também, mas Deus correu na frente e salvou esta alma!!!Glorias a ti Jesus!!

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21
Aug
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História muito interessante , não sei se é veridica mas vale a pena ler.

Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.

O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa – mas ele não dispunha de tanto tempo.Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu.

Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.
Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s…  Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado.  Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila.
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20
Aug
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Uma verdadeira vida em Cristo Jesus!

“Uma inércia espiritual é a nossa inimiga; uma tempestade talvez seja nossa amiga. A controvérsia talvez provoque pensamento, e por meio dele talvez venha a mudança espiritual necessária.”

Charles Spurgeon

fonte email de : Clemilson Correia

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09
Aug
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Veja só como essa historinha de humor que há muito circula na Internet, tem um fundo de verdade que pode se aplicar a qualquer um de nós.

Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas. Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada. Seu nome era ‘Trabalho’, e seu sobrenome era ‘Sempre’.
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou nem um minuto sequer. Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir. Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando.
A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida. Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca. Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu. Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison. E a cigarra disse para a formiguinha: – Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. – Será que você poderia cuidar da minha toca?
E a formiguinha respondeu: – Claro, sem problemas! – Mas o que lhe aconteceu? – Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari?
E a cigarra respondeu:- Imagine você que eu estava cantando num bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer shows em Paris… À propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?
Desejo sim, respondeu a formiguinha. Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda ele ir para a …!!!????
Moral da História: Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, porque essa história da Cigarra e da Formiga que só trabalhava enquanto a outra vagabundeava, só mesmo na cabeça do La Fontaine. Trabalhe, mas curta a sua vida. Ela é única!!!
Se você não encontrar a sua metade da laranja, não desanime, procure sua metade do limão, adicione açúcar, pinga e gelo, e… s
eja feliz !
( Autor desconhecido)
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05
Aug
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Dê um CLIQUE
DUPLO
na sua vida e ARRASTE JESUS para seu
DIRETÓRIO PRINCIPAL. SALVE-O em todos os
seus ARQUIVOS PESSOAIS. SELECIONE-O como
seu DOCUMENTO MESTRE. Que Ele seja seu
MODELO
Para
FORMATAR sua vida: JUSTIFIQUE-A e
ALINHE-A À DIREITA e À ESQUERDA, Sem
QUEBRAS na sua caminhada. Que Jesus não seja apenas Um
ÍCONE, um ACESSÓRIO, Uma
FERRAMENTA, um RODAPÉ, Mas o
CABEÇALHO, A LETRA CAPITULAR, a
BARRA DE ROLAGEM de seu caminhar. Que Ele seja a
FONTE da graça Para sua ÁREA DE TRABALHO, O
PAINTBRUSH
para COLORIR seu sorriso, A
CONFIGURAÇÃO
de sua simpatia, A NOVA JANELA para
VISUALIZAR O TAMANHO de seu amor, O PAINEL DE
CONTROLE
, Para CANCELAR seu
RECUOS e COMPARTILHAR seus
RECURSOS e ACESSAR o coração de suas
amizades. COPIE tudo que é bom DELETE
seus ERROS. Não deixe à MARGEM ninguém,
ABRA as BORDAS de seu coração,
REMOVA dele o VÍRUS do egoísmo. Antes de
FECHAR, Coloque JESUS nos seus
FAVORITOS. E seu viver será o ATALHO de
sua felicidade!

CLIQUE agora em
OK Para ATUALIZAR seus
CONTEÚDOS!

Fonte: http://www.jesussite.com.br/

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18
Jul
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Rubem Alves

Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho de uma casa velha.
Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade.
Mas ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam irmanados em torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus narizes. Comer o queijo seria a suprema felicidade…
Bem pertinho é modo de dizer. Na verdade, o queijo estava imensamente longe, porque entre ele e os ratos estava um gato… O gato era malvado, tinha dentes afiados e não dormia nunca. Por vezes fingia dormir. Mas bastava que um ratinho mais corajoso se aventurasse para fora do buraco para que o gato desse um pulo e, era uma vez um ratinho…
Os ratos odiavam o gato.
Quanto mais o odiavam mais irmãos se sentiam.
O ódio a um inimigo comum os tornava cúmplices de um mesmo desejo: queriam que o gato morresse ou sonhavam com um cachorro…
Como nada pudessem fazer, reuniram-se para conversar. Faziam discursos, denunciavam o comportamento do gato (não se sabe bem para quem), e chegaram mesmo a escrever livros com a crítica filosófica dos gatos. Diziam que um dia chegaria em que os gatos seriam abolidos e todos seriam iguais. “Quando se estabelecer a ditadura dos ratos”, diziam os camundongos, “então todos serão felizes”…
O queijo é grande o bastante para todos, dizia um.
Socializaremos o queijo, dizia outro. Todos batiam palmas e cantavam as mesmas canções.
Era comovente ver tanta fraternidade.
Como seria bonito quando o gato morresse!
Sonhavam. Nos seus sonhos comiam o queijo. E quanto mais o comiam, mais ele crescia. Porque esta é uma das propriedades dos queijos sonhados: não diminuem; crescem sempre.
E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando: “o queijo, já!”…
Sem que ninguém pudesse explicar como, o fato é que, ao acordarem, numa bela manhã, o gato tinha sumido.
O queijo continuava lá, mais belo do que nunca. Bastaria dar uns poucos passos para fora do buraco.
Olharam cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas não era. O gato havia desaparecido mesmo. Chegara o dia glorioso, e dos ratos surgiu um brado retumbante de alegria. Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum.
E foi então que a transformação aconteceu. Bastou a primeira mordida.
Compreenderam , repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados. Quando comidos, em vez de crescer, diminuem.
Assim, quanto maior o número dos ratos a comer o queijo, menor o naco para cada um. Os ratos começaram a olhar uns para os outros como se fossem inimigos. Olharam, cada um para a boca dos outros, para ver quanto do queijo haviam comido. E os olhares se enfureceram.
Arreganharam os dentes. Esqueceram- se do gato.
Eram seus próprios inimigos. A briga começou. Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. E, ato-contínuo, começaram a brigar entre si.
Alguns ameaçaram a chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a ordem.
O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos: “Qualquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários para ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono”.
Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados a ficar esperando…
Os ratinhos magros, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que havia acontecido. O mais inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo. Tinham todo o jeito do gato, o olhar malvado, os dentes à mostra.
Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de agora. E compreenderam, então, que não havia diferença alguma. Pois todo rato que fica dono do queijo vira gato.
Não é por acidente que os nomes são tão parecidos.

via/ Célulasdasesponjas.blogspot.com
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